Roteador TP-Link com três antenas: conheça os melhores à venda no Brasil


Lembrando que o 1º item da lista está disponível em nosso site

www.mgnt.com.br


A TP-Link tem em seu portfólio no Brasil diversas opções de roteadores com três antenas. Entre os melhores modelos estão os produtos da linha Archer, que oferecem especificações variadas e destinadas a diferentes tipos de usuários. Os modelos também se destacam pela fácil instalação e costumam figurar entre os rotadores mais buscados do país.

A seguir, você vai conhecer em detalhes os melhores roteadores com três antenas da marca para saber qual é a opção ideal para você. A lista traz as especificações de cada modelo, assim como as vantagens e preços de cada produto. Vale destacar que os valores considerados são uma média dos preços praticados pelos maiores varejistas online do país.

1. TP-Link Archer C20  (Consulte o preço com nossa equipe de vendas)

O Archer C20 é um dos roteadores dual-band mais baratos do Brasil. Em lojas online, ele pode ser encontrado por preços a partir de R$ 124. O modelo aposta em um design discreto e elegante, com direito a acabamento brilhante e textura em relevo. Um dos pontos positivos é a presença de duas faixas de frequência, em 2,4 e 5 GHz, que devem oferecer melhores velocidades.

A fabricante garante que o roteador consegue transferir arquivos dentro da rede a uma velocidade de 733 Mb/s e que as três antenas externas oferecem boa cobertura e sinal omnidirecional estável. O modelo ainda é compatível com o aplicativo Tether, disponível para Android e iPhone(iOS). Com ele, é possível configurar o dispositivo de maneira simples, mudar o nome e a senha do Wi-Fi, bloquear dispositivos intrusos e proibir o acesso a sites impróprios.

2. TP-Link Archer C2 – R$ 221 (Não disponível para venda)

Com design semelhante ao do modelo anterior, o Archer C2, também conhecido por AC900, tem especificações e recursos mais avançados, como compatibilidade com o novo padrão Wireless AC, possibilidade de operar em duas frequências simultâneas (2,4 GHz e 5 GHz) e entrada USB para compartilhamento de arquivos pela rede. Outro destaque é que o dispositivo tem cinco portas Ethernet no padrão Gigabit, que promete velocidades até 10 vezes mais altas do que o Fast Ethernet.

A equipe do TechTudo testou a versão de duas antenas do roteador, conhecida também por AC750, que se destacou nos quesitos desempenho, design e funcionalidades. No entanto, deixou a desejar por entregar alcance equivalente ao de roteadores mais baratos, além de só apresentar painel de configurações em inglês, o que pode ser um impasse para quem não tem afinidade com o idioma. Sua velocidade de transferência total é de 883 Mb/s e o preço é de pelo menos R$ 221.

3. TP-Link Archer C7  R$ 389 (Não disponível para venda)

O Archer C7, por sua vez, é a alternativa da marca para os usuários mais exigentes. Com preço inicial de R$ 389 no varejo online, o dispositivo traz maior velocidade de transferência, duas entradas USB para transmitir dados pela rede e tecnologia Beamforming para alta eficiência de transmissão wireless, além das antenas destacáveis de longo alcance.

Somando ambas as bandas de operação (2,4 GHz e 5 GHz), o modelo deve entregar até 1.750 Mb/s, quase o dobro da oferecida pelo aparelho anterior. Essa velocidade, aliada ao padrão Wireless AC, deve ser ideal para quem faz streaming de vídeos ou joga pela rede sem fio. Funções como controle parental, gerenciamento QoS, modo WDS e controle de acesso também estão presentes.

4. TP-Link Archer C2300 – R$ 735 (Não disponível para venda)

Este é o roteador com três antenas mais caro e avançado da TP-Link. A promessa é de ser uma opção poderosa, mais eficiente e capaz de cobrir casas de pequeno, médio e grande porte. Para isso, ele conta com processador dedicado para cada uma de suas bandas wireless (2,4 GHz e 5 GHz), potência de transmissão de até 91 dBm e tecnologia Range Boost, que amplia a capacidade do roteador para detectar os dispositivos que estão mais afastados.

De acordo com a fabricante, o modelo também oferece tecnologia MU-MIMO e transfere arquivos pela rede a uma velocidade de 2.250 Mb/s, somando ambas as faixas de operação. O aparelho também é compatível com o aplicativo Tether e traz duas portas USB, sendo uma de terceira geração e outra de segunda. O preço no varejo online é de aproximadamente R$ 735.

 

Fonte: Tech Tudo
Anúncios
Post Destacado

Roteadores MikroTik são alvos de ataque no Brasil, veja como se proteger


Roteadores infectados inserem código em páginas da Internet para forçar PCs das vítimas a minerarem moedas para os hackers


 

Um novo ataque hacker usa roteadores da MikroTik para sequestrar o tráfego do usuário e usar o computador da vítima para minerar a criptomoeda Monero. Os detalhes foram revelados na quarta-feira (1) pela SpiderLabs, braço de pesquisa da empresa de segurança Trustwave. Segundo o relatório, o ataque atinge mais de 170 mil aparelhos em todo mundo, sendo a maioria no Brasil.

O golpe explora uma vulnerabilidade nos dispositivos Wi-Fi domésticos e empresariais da fabricante. A falha é conhecida e já teve correção liberada desde abril, mas grande parte dos usuários não têm o costume de baixar atualizações de sistema que trazem esse tipo de proteção. Recentemente, aparelhos da mesma fabricante foram alvo do malware VPNFilter, que explorou outra falha nos dispositivos.

O ataque envolve um popular código público do CoinHive, conhecido por fazer páginas da web sequestrarem os recursos do computador do internauta para minerar moedas. Dessa vez, no entanto, o método é mais sofisticado, pois não atinge apenas endereços específicos. Inicialmente, a investigação revelou que páginas de erro na Internet têm mais chances de conter o código. Porém, a infecção de muitos roteadores tem potencial para levar o problema a qualquer site.

Segundo a SpiderLabs, os roteadores afetados distribuem o código diretamente no tráfego para ativar o mecanismo de mineração forçada. Por isso, métodos conhecidos para impedir o processo na web não devem funcionar.

Roteadores infectados inserem o código de mineração nas páginas para sequestrar o poder de processamento do PC e produzir as criptomoedas. A interceptação pode ocorrer em duas direções: a partir do roteador doméstico ou da infraestrutura de rede por trás de um site. Portanto, o usuário não precisa, necessariamente, ter um roteador da Mikrotik para ser afetado.

Por que hackers usam criptomineração?

Hackers têm mudado a estratégia de ataque: de ransomwares, passaram a minerar criptomoedas. No primeiro caso, o criminoso exige um pagamento de resgate para liberar arquivos sequestrados, mas o valor pode não ser pago se a vítima tiver um backup disponível. Ao usar mineração, o código malicioso pode passar despercebido pelo usuário por mais tempo, usando o hardware do computador para minerar em segredo.

Saiba como se proteger em: www.techtudo.com.br

Fonte: Tech Tudo

Post Destacado

Hughes vai ofertar banda larga via satélite em mais 1000 cidades no Brasil

A partir do terceiro trimestre, a Hughes vai aumentar a cobertura da sua rede via satélite em mais 1000 cidades no Brasil.

A empresa vai vender o serviço de banda larga nos estados do Amapá, Amazonas e Rondônia. Em comunicado, a Hughes informa que, atualmente, cobre cerca de 4 mil cidades com o serviço HughesNet, com planos com velocidade de acesso de 10 Mbps a 25 Mbps, residenciais ou corporativos. Os planos têm franquia de dados, que varia de 30 GB a 80 GB.

“Lançaremos um satélite agora no meio do ano, que possibilitará a expansão da cobertura para mais mil cidades. A ação faz parte da estratégia de longo prazo da Hughes para a América Latina, pois começamos a operar a internet banda larga via satélite HughesNet na região em 2016, e abrimos uma subsidiária na Colômbia no ano passado”, diz Rafael Guimarães, presidente da Hughes no Brasil.

Com a expansão, a HughesNet será capaz de atender até 90% da população de todo o território brasileiro, chegando a cidades distantes dos grandes centros urbanos, onde as grandes operadoras não conseguem chegar devido ao alto custo e, especialmente na área rural, tanto que é conhecida como internet rural por parte de seu público.

Para 2021, a companhia tem planos de lançar o satélite Echostar XXIV/Jupiter 3, que será utilizado para entregar conexões de até 100 Mbps a empresas e usuários finais em praticamente todos os países das Américas, incluindo Brasil, EUA, Canadá, México e outras regiões. O satélite utilizará tecnologia de ultradensidade (UHDS) para transmissão, e será responsável por mais que dobrar a capacidade de banda da Hughes no continente. “O Brasil é um mercado bastante competitivo, e queremos continuar crescendo por aqui, oferecendo internet de banda larga de alta qualidade”, conclui Guimarães.

Fonte: Abranet

Avaliação: Powerline da D-Link. Confira especificações e preço no Brasil

Aparelho pode ser conectado em qualquer tomada de dois pinos com entrada 100-240V.

A D-Link lançou recentemente no Brasil o kit Powerline DHP-W311AV, que tem fácil instalação e preço acessível. A novidade da marca tem 500 Mb/s de velocidade e custa R$ 399. O conjunto vem com Repetidor Wireless Powerline DHP-W310AV e Adaptador DHP-308AV. Com esse equipamento, o usuário consegue estender o sinal de Internet para qualquer cômodo da casa através da rede elétrica, sem sofrer interferências de possíveis obstáculos.

A seguir, conheça características do kit Powerline da D-Link, o tipo de uso indicado e suas principais especificações para decidir se o aparelho é bom para você.

Ficha técnica:

Padrão Powerline: IEEE1905.1;
Padrões Wi-Fi: 802.11b, 802.11g e 802.11n;
Velocidade Powerline: 500Mbps;
Velocidade Wi-Fi: 300Mbps;
Segurança: WPS e WPA2;
Certificação: IPv6;
Alimentação elétrica: entrada 100-240V.

Interface e padrões:

É importante ressaltar que, apesar da solução de compartilhar sinal de Internet pela rede elétrica da residência, o D-Link Powerline DHP-W310AV também trabalha com conexão Wi-Fi nos padrões 802.11b, 802.11g e 802.11n, que são os mais utilizados atualmente.

Na função Powerline, esse repetidor possui o padrão certificado IEEE1905.1 que garante ao aparelho funcionar em função Wi-Fi e Powerline, nome dado para a conexão de Internet por rede elétrica. O dispositivo tem alimentação elétrica de 100-240V, podendo ser plugado em praticamente todas as casas brasileiras.

Velocidade:

O Kit Repetidor Wireless Powerline DHP-W311AV oferece duas velocidades distintas: 500 Mb/s em powerline ou apenas 300 Mb/s para Wi-Fi com 2,4 GHz. Sendo assim, uma conexão via rede elétrica pode ser a mais indicada para quem joga online ou gosta de assistir a filmes via streaming e em alta resolução.

Instalação:

Na hora da instalação de um produto desse tipo, alguns pontos precisam ser observados. De acordo com a fabricante, a qualidade da fiação elétrica da residência, bem como sua configuração, podem influenciar na qualidade do sinal transmitido. Além disso, colocar o adaptador em algum tipo de extensão pode piorar o desempenho final.

Dito isso, o grande atrativo da tecnologia é justamente a sua facilidade de uso e instalação, pois qualquer tomada de uma casa ou pequeno escritório pode ser transformada em uma conexão Wi-Fi. Segundo a D-Link, não é necessário fazer nenhuma mudança na infraestrutura do local para potencializar a qualidade do sinal.

Segurança e certificações:

O Powerline da D-Link tem os protocolos de segurança WPS e WPA2 com criptografia de dados 128 bits AES, que tende a dificultar o acesso de hackers ao trabalhar com senhas difíceis de serem quebradas. Além disso, possui certificação IPv6, o protocolo de Internet mais recente em vigor.

Preço e disponibilidade:

O Kit Repetidor Wireless Powerline DHP-W311AV tem o preço sugerido de R$ 399, com um repetidor e um adaptador. Caso o usuário queira mais adaptadores, terá que desembolsar R$ 299 por cada um. Todos esses produtos estão à venda no site oficial da marca e em lojas autorizadas. A fabricante oferece uma garantia de 5 anos.

Fonte: TecTudo (Pedro Cardoso)

Você sabe como funcionam e são criados os cabos de fibra óptica?

Você pode não imaginar, mas os cabos de fibra óptica estão fortemente presentes em todo o nosso dia a dia.

Aí pode rolar a pergunta: mas eu não utilizo esse tipo de fiação para nada em meu escritório, casa ou empresa. Por que tenho que me preocupar tanto com o seu funcionamento? São os cabos de fibra óptica que, na verdade, sustentam boa parte da internet. E ela, como todos sabemos, faz parte da vida de muitas pessoas.

Por isso, estamos preparando este artigo para explicar como funcionam os cabos de fibra óptica e entender como os dados trafegam através dele. Compreender todo esse complexo esquema pode não te ajudar a ser mais produtivo ou adquirir uma promoção no trabalho, mas vai esclarecer um pouco a nebulosa e complicada engrenagem da internet. Vamos lá?

Cabos de reflexão total

Os cabos de fibra óptica foram desenvolvidos com base na propriedade de guiamento da luz, que, por sua vez, só acontece por conta do princípio de reflexão total. Ao incidir luz sobre determinada superfície, três coisas distintas podem acontecer:

  1. A luz é absorvida;
  2. A luz é refratada, ou seja, atravessa o meio;
  3. A luz é refletida.

Porém, sobre determinada situação, a luz que incide sobre uma superfície pode ser completamente refletida, momento em que consideramos que está havendo reflexão total. Isso só acontece quando o índice de refração – relação entre a velocidade da luz no vácuo e a velocidade da luz em um determinado meio – de um meio a partir do qual a luz está vindo é maior do que o índice de refração do meio para o qual a luz está indo. Além disso, deve-se respeitar um ângulo limite a partir do qual haverá o fenômeno batizado de reflexão total.

“Os cabos de fibra óptica foram desenvolvidos com base na propriedade de guiamento da luz.”


Do que é feita a fibra óptica?

Diferente do que é mostrado no vídeo acima, os cabos de fibra óptica não são feitos de geleia. Na verdade, o meio através do qual a luz passa nesses casos é um vidro comprido – como se fosse um longo canudo – revestido por uma espécie de “espelho perfeito” que reflete absolutamente tudo que é incidido sobre ele. Assim, não importa se ele está distorcido ou mesmo curvo, pois, se há incidência de um dos lados, a luz chegará ao outro sem prejuízo.

“Um cano de vidro é utilizado em um processo complexo e caro até que se tenha a espessura de aproximadamente 1/8 de milímetro.”

Geralmente, os cabos de fibra óptica possuem um núcleo de vidro puro criado com base no dióxido de silício, um elemento químico encontrado em abundância na natureza. O seu revestimento também é feito a partir do mesmo composto, mas é misturado para resultar em um índice de refração menor quando comparado ao seu interior – lembre-se do conceito de reflexão total.

Para construir longos cabos de fibra óptica, um cano de vidro é utilizado em um processo complexo e caro até que se tenha a espessura de aproximadamente 1/8 de milímetro, ou seja, mais fino que um fio de cabelo. Porém, para poder cruzar oceanos e longas distâncias em diversas situações, os cabos possuem revestimentos resistentes capazes de fazer o interior sobreviver por longos períodos.

Como os dados trafegam?

Parece difícil imaginar como todos os dados que utilizamos dia a dia trafegam por meio de fibras de vidro, mas é fácil entender quando compreendemos como tudo acontece. Em vez de enviar as informações do jeito que elas chegam, os cabos de fibra óptica as transformam em algo que possa ser transmitido por esse meio: luz. O funcionamento do Código Morse pode servir de base para entendermos o que ocorre.

Quando a luz pisca dentro de um cabo de fibra em certa frequência ou sequência, estamos transmitindo determinada informação. Agora imagine isso acontecendo na velocidade da luz. Não importa quantos dados precisam ser passados por meio desses cabos; eles serão “convertidos para luz” e rapidamente transmitidos até o outro lado em uma velocidade incrível.

Fonte: TecMundo (Eduardo Harada)

EUA proíbem venda de componentes norte-americanos para ZTE

Dependente de empresas coo Qualcomm, Microsoft e Intel, chinesa não poderá comprar de americanos por sete anos.

O Departamento de Comércio dos Estados Unidos proibiu empresas norte-americanas de vender componentes para a maior fabricante de equipamentos de telecomunicações chinesa ZTE por sete anos.

Autoridades dos EUA informaram nesta segunda-feira (16) que o veto é uma punição à chinesa por violar sanções norte-americanas ao Irã.

A empresa chinesa, uma das maiores vendedoras de smartphones nos Estados Unidos, se declarou culpada no ano passado em um tribunal federal no Texas por conspirar para violar sanções norte-americanas ao embarcar ilegalmente tecnologia dos EUA para o Irã. A empresa pagou US$ 890 milhões em multas e penalidades, e uma multa adicional de US$ 300 milhões.

Como parte do acordo, a ZTE, sediada em Shenzhen, prometeu demitir quatro funcionários e impor sanção disciplinar a outros 35, seja reduzindo seus bônus ou repreendendo-os, disseram funcionários do alto escalão do Departamento de Comércio. A empresa chinesa, porém, admitiu em março que, apesar de ter demitido os quatro funcionários, não tomou nenhuma atitude disciplinar contra os outros 35.

A ZTE forneceu informações … basicamente, admitindo que eles haviam feito essas declarações falsas”, disse um alto funcionário do departamento.

Os funcionários da ZTE não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

Douglas Jacobson, um advogado de controle de exportações que representa fornecedores da ZTE, classificou a proibição como algo incomum e disse que afetaria seriamente a empresa.

Fonte: Routers / G1

Após banimento da ZTE dos EUA, China pretende aumentar sua produção de chips

Após a fabricante ZTE ser banida de utilizar componentes feitos nos Estados Unidos, a China estaria se preparando para aumentar a produção de semicondutores no país.

De acordo com fontes da Reuters, o governo chinês teve uma reunião com membros da indústria do país para acelerar os planos de produção de chips. O objetivo é evitar a dependência de empresas como Intel e Qualcomm, ambas com base nos Estados Unidos e que são donas de diversas tecnologias usadas em smartphones.

Segundo a Reuters, o governo chinês já tem a industria de semicondutores como foco e pretende ter produtos estabelecidos no mercado até 2025. O banimento da ZTE na semana passada acabou aumentando o grau de urgência dos planos.

A fabricante de smartphones, que recentemente apresentou o Nubia Red Magic, não pode mais usar produtos feitos nos Estados Unidos em seus dispositivos móveis por manter relações comerciais com o Irã. Com isso, a companhia está proibida de usar processadores Qualcomm, modems Intel e pode perder até mesmo o sistema operacional Android.

As tensões entre o governo dos Estados Unidos e China também se estendem para outras marcas, como a Huawei, que sofreu boicote por parte de diversas operadoras norte-americanas e foi alvo de críticas do FBI e CIA.

Fonte: Reuters / Mundo Conectado (Mateus Mognon)

WordPress.com.

Acima ↑